quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fingirei tanto. Fingirei que não sinto nada em relação a você. Porque… porque eu deixei de sorrir ao imaginar seu sorriso. Como as coisas mudaram, não é mesmo? Como vai ser diferente a partir de agora. Droga, para de fazer isso comigo. Você não pode… não pode fazer com que seu nome continue instalado no meu coração. Não porra, não tá bem. Eu queria não sentir. Não demonstrar. Queria não te conhecer. Estaria tão melhor se fosse assim. Porque o que já foi amor, está resultando numa dor absolutamente profunda pra mim. É que eu lembro de você. Desculpa, mas como eu lembro! Eu lembro de quando um completava o outro. Lembro de quando doía ficar sem tua presença. Lembro de quando era mais simples. Lembro de quando as pessoas diziam “ah, esses dois vão namorar.” — Lembro do que não deveria. Azar o meu. Azar o seu por ter me deixado ir, sabia? Porque ninguém nunca vai se importar contigo, o quanto eu me importava, e o quanto ainda importo. E a saudade? Não dá pra jogar fora, ou dá? Não dá fazer você sentir também. Não dá pra aguentar. — E agora… meu mundo tá perdendo o que tinha de bom. As coisas que me faziam sorrir… eu nem reconheço mais. É tão ruim, porque eu realmente achei que seria eterno. Mas não um eterno que o tempo leva. Vou rezar tanto… vou rezar pra conseguir ser forte e excluir tudo que tem haver com nós. Mas se nos cuidávamos tão bem, por que está tudo acabado? Eu não queria sentir. Não queria nem que fosse recíproco. Queria apenas conseguir fingir. Conseguir estar bem, conseguir ficar sem você. De novo.



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